GÊNERO NARRATIVO
domingo, 3 de junho de 2012
Gêneros textuais
GÊNERO NARRATIVO
domingo, 13 de maio de 2012
Nelson Rodrigues
quinta-feira, 10 de maio de 2012
Linguagem jornalística
segunda-feira, 12 de março de 2012
Entenda mais sobre o xadrez
Na primeira jogada de cada jogador há uma variedade de 20 movimentos, totalizando 400 inícios diferentes.
Os movimentos iniciais são 1 ou 2 casas para frente com o peão ou os movimentos dos cavalos.
Segue a imagem:
Rainha (Dama): Ela se move verticalmente, horizontalmente e em diagonal, quantas casas possíveis, totalizando 8 direções :
Bispo: Ele se move na diagonal, totalizando 4 direções possíveis :
Cavalo: ele se move em L, podendo mover-se para 8 posições diferentes:
Obs. O cavalo é a única peça que passa por cima de outra peça.
Caso na casa que ele vá parar tenha uma pessoa, ele a come, caso esta seja do inimigo, caso dele próprio torna-se um movimento impossível.
Torre: a torre se move na horizontal e na vertical totalizando, 4 direções diferentes :
Rei: o rei se move apenas uma casa de cada vez, em todas as direções, igual a rainha.
Peão: este só come na diagonal, e fica na casa da peça comida. Ele se move somente para frente e uma casa de cada vez:
Antes:
Depois:
Obs.: quando o peão chega à ultima fileira(fileira das torres) adversária, ele se torna rainha ou qualquer outra peça.
Xeque: É quando o rei (rei branco neste caso) esta ameaçado por alguma peça adversária:
No caso dessa imagem, o rei pode comer o cavalo preto, mas não a torre, pois a torre esta protegida pelo cavalo. Caso o rei coma a torre, ele entra em xeque.
Xeque-Mate:
É quando o rei esta ameaçado, mas não pode se livrar:
Obs. Quando o rei fica impossibilitado de se mover para não entrar em xeque, o jogo empata, independente das peças de cada jogador.
Roque: O rei anda duas casas para direita
Roque menor:
Antes
Depois:
Roque maior:
Antes:
Depois:
Obs: Quando se faz o roque, nenhuma das duas peças podem estar ameaçadas, e nem após os movimentos elas podem estar ameaçadas.
Ex: caso voce faça o roque, a torre, após o movimento, não pode estar ameaçada senão se torna movimento impossível.
E nem o rei, nem a torre, podem ter sido movidas.
terça-feira, 14 de fevereiro de 2012
Poesia concreta
Poesia concreta é um tipo de poesia vanguardista, de caráter experimental, basicamente visual, que procura estruturar o texto poético escrito a partir do espaço do seu suporte, sendo ele a página de um livro ou não, buscando a superação do verso como unidade rítmico-formal.Surgiu na década de 1950 no Brasil e na Suíça, tendo sido primeiramente nomeada, tal qual a conhecemos, por Augusto de Campos na revista Noigandres de número 2, de 1955, publicada por um grupo de poetas homônimo à revista e que produziam uma poesia afins. Também é chamada de (ou confundida com) Poesia visual em algumas partes do mundo.
Ou seja, a poesia concreta busca combinar o texto (as palavras) com o meio onde ela se encontra. A junção desses elementos forma uma imagem que auxilia o entendimento do significado e da mensagem que se pretende passar. Observe as poesias abaixo:
quinta-feira, 9 de fevereiro de 2012
Poesia sonora

Diferenciar-se da poesia declamada quer dizer não reproduzir as formas tradicionais de declamação emotiva e lírica, teatral e dramática do texto. Em seu lugar, entram o humor, as técnicas fonéticas, o rumorismo, a utilização de meios tecnológicos. Por conseqüência, a poesia sonora se distancia da idéia de texto: o poema sonoro nunca é um texto lido oralmente, por mais que um texto se pretenda experimental enquanto discurso verbal. A poesia sonora parte da idéia de que a poesia nasce antes do texto e do discurso e não depende dele para existir. Ela se cria com certas conjunções sonoras (sendo a palavra apenas um de seus elementos possíveis) que, organizadas numa certa ordem, exprimem conceitos, sensações e impressões.
Portanto, não se deve confundir poesia sonora com poesia musicada ou musicalização de poemas (sejam estes em forma de verso ou mesmo poemas visuais), porque os sons não entram no poema sonoro com a função que possuem na música: não apresentam problemas de combinação com um texto (porque não há texto), nem de harmonia, nem de desenvolvimento melódico. A vinculação histórica da poesia sonora é com a poesia fonética das vanguardas futuristas e dadaístas do início do século.
Quando vem apresentado ao vivo, o poema sonoro se preenche de outras questões que partem da sua integração a outros meios e linguagens: espaço, gestualidade, vídeo, interação com o público. Porém, todos esses elementos devem participar dirigidos pelo projeto do poema sonoro e a ele se integrar num processo de montagem, de relação intersígnica, intermídia (não de colagem, de multimídia).
Fonte do texto: aqui





